Criei esse blog para propor um hábito de pensamento saudável. Em todos os âmbitos da vida. Refletir, humanizar, compreender, esses são os meus lemas.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Renato Russo fala sobre Luta Contra as Drogas

FAMÍLIA, FILHOS E DROGAS

A leitura é um hábito saudável, que traz diversos benefícios

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Quer saber porque você deveria se tornar um leitor melhor

1 - Ler melhora a concentração
Para absorver o máximo de um texto é preciso estar focado na leitura, por isso, o hábito de ler frequentemente melhora os níveis de concentração para as demais atividades como um todo.

2 – Aumentar o vocabulário
Ler é uma ótima maneira de entrar em contato com outras palavras e, dessa maneira, ampliar o vocabulário. É interessante conhecer os clássicos, para aprender o que era comum na linguagem de outras épocas, bem como ler em outros idiomas, o que ajuda muito no aprendizado da segunda língua.

3 – Aumentar a criatividade
Livros são ótimas fontes de referências e novas ideias. Clássicos já serviram como inspiração para grandes obras, por exemplo, o seriado Revenge. Para criar a saga de vingança de Emily Thorne, Mike Kelleyinspirou-se no famoso O Conde de Monte Cristo, escrito por Alexandre Dumas.

4 – Melhorar a escrita
Ao conhecer várias obras, é possível observar o estilo de escritores diferentes e entender suas relações com a linguagem. Essa pode ser uma ótima base para quem quer desenvolver o próprio modelo de escrita, sem contar que, como já foi mencionado, ao ler muito a criatividade estará afiada e o vocabulário será ampliado, ferramentas úteis para qualquer escritor.

5 – Desenvolve o pensamento crítico e intelectual
Ler é uma ótima maneira de estudar novas teorias e abrir o pensamento. Muitos livros propuseram ideias revolucionárias que ajudam a explicar o mundo até hoje. Por isso, conhecer obras como essas é essencial para a formação intelectual.

domingo, 14 de junho de 2015

A incrível transformação do corpo Humano VÍDEO MOTIVACIONAL!

Pessoas Antes e Depois das drogas quimicas

Prevenção ao uso de drogas nas escolas





Guia de Vida Natural

Nutrição de Verdade

10 Passos para uma Alimentação Mais Natural





É interessante perceber como as coisas mudam... Há uns anos atrás, todo mundo achava que alimentação natural era só “coisa de gente natureba”, mas hoje já se sabe que na verdade os alimentos mais frescos, mais próximos da natureza, além de serem bem gostosos, só trazem vantagens: ajudam a prevenir doenças crônicas como as do coração, problemas respiratórios, certos tipos de câncer, além de ajudarem a manter o corpo em um peso naturalmente equilibrado. Conheça essas dicas superfáceis de seguir para melhorar sua alimentação.


 QUANTO MAIS INTEGRAL, MELHOR
Comer nem sempre é sinônimo de nutrir o corpo. Para nutrir, é preciso ter uma alimentação de qualidade, com nutrientes que fazem o corpo funcionar. E nisso os alimentos naturais integrais são campeões!
Menos processados e sem aditivos artificiais (como corantes, conservadores, espessantes e aromatizantes artificiais), eles estão repletos de fibras, vitaminas, minerais e outros nutrientes. Isso porque não perderam as suas principais partes durante a produção, ao contrário do que acontece com os produtos refinados. É como o caso do arroz integral, por exemplo, que preserva o farelo e o gérmen do grão (onde estão os principais nutrientes), que são exatamente a s partes retiradas do arroz branco. O mesmo acontece com os biscoitos e massas integrais: feitos com farinha integral, que preserva os benefícios do grão, são muito mais saudáveis do que as versões refinadas, feitas com farinha branca.
E agora vem a dica: prefira os alimentos naturais e integrais (como arroz integral, ofeijão, as massas e biscoitos/cookies integrais, além de frutas, verduras e legumes). Evite os refinados, feitos com farinha branca (como biscoitos e massas refinadas, pães brancos etc), arroz branco e doces à base de açúcar (prefira à base de frutas).

 PREFIRA AS BOAS FONTES DE PROTEÍNAS
Ninguém vive bem sem proteínas. Elas ajudam a formar e a manter nossos músculos, pele, cabelos, e tem uma participação importantíssima no nosso sistema de defesa. Mas não basta procurar alimentos ricos em proteínas, é preciso saber se essas proteínas têm boa qualidade. Proteínas de origem vegetal, por exemplo, tendem a ser de mais fácil digestão, e com isso nosso organismo consegue aproveitá-las bem (não desmerecendo as proteínas de origem animal, como o ovo, por exemplo, que é bem nutritivo). Quinua, tofu (queijo de soja), leguminosas (feijão, grão de bico, ervilha), levedo de cerveja podem ser ótimas sugestões.

 GORDURAS SAUDÁVEIS: UMA ESCOLHA INTELIGENTE
Foi-se o tempo em que todo mundo achava que alimentos com gorduras faziam mal à saúde. A verdade é que isso depende muito mais da qualidade dessas gorduras. E pra isso,pode contar com as insaturadas! Encontradas no azeite extra-virgem, nas castanhas, nozes e amêndoas e na linhaça, elas ajudam a manter a saúde do coração e até mesmo a prevenir o acúmulo de gordura na região da barriga. Sem contar que é uma delícia saborear uma saladinha com azeite extra-virgem, ou mesmo fazer um lanche à tarde com uma mistura de castanhas, nozes e frutas secas.
E dessa vez o sinal vermelho vai para as gorduras trans, presentes em alguns produtos industrializados (biscoitos e bolinhos recheados, sorvetes, entre outros). Elas aumentam o risco de problemas cardiovasculares. Pra não cair nessa, confira sempre a tabela nutricional das embalagens.
Gorduras saturadas em excesso também não são nada boas. Elas estão nas carnes gordurosas, aves com pele, nos leites integrais e seus derivados como queijos amarelos, requeijões etc.

 DESCONFIE DOS DIETS/LIGHT/ZERO
“Nem tudo o que reluz é ouro”.  Talvez esse seja o melhor ditado pra tocar nesse assunto. Hoje em dia as pessoas buscam tanto os produtos “sem açúcar”, “com menos calorias”, “0% de gorduras”, que eles estão ocupando cada vez mais espaço nas prateleiras dos mercados. Mas o que muita gente esquece é que, mais importante do que olhar o que o produto “não contém”, é saber direitinho o que foi colocado para substituir esse ingrediente/nutriente.
E agora a gente reforça aquele alerta: leia o rótulo dos alimentos antes de levá-los pra casa, evite os que trazem muitos aditivos artificiais na lista de ingredientes (como os corantes artificiais, conservadores, espessantes, aromas artificias ou idênticos aos naturais, edulcorantes e por aí, vai). Quanto mais naturais menos processados, melhor.

 SÓDIO SEM PASSAR DOS LIMITES
Quase todo mundo sabe que o excesso de sódio pode aumentar a pressão arterial, mas esse não é o único problemaEle também pode causar doenças no coração, aumentar os hormônios do estresse e até mesmo fazer o ponteiro da balança subir (por ajudar a causar inchaço). Por isso, fique de olho para não exagerar no sal de cozinha (máximo 2g por dia, equivalente a 1 colher de chá, tanto para o sal refinado quanto para o “marinho”), sem se esquecer de que o sódio também está presente em produtos artificiais como molhos industrializados, salgadinhos tipo snacks, macarrões instantâneos convencionais, adoçantes à base de sacarina sódica ou ciclamato de sódio e outros. Prefira temperos naturais e os alimentos frescos sem aditivos artificiais.

 FARTE-SE DE ÁGUA!
Taí um bem precioso, e que muita gente ainda não valoriza. Para que não seja esse o seu caso também, a dica é: tenha sempre uma garrafinha (de preferência, que não seja de plástico) cheia de água do seu lado. Assim fica fácil de lembrar de tomar pelo menos 2 litros dela por dia. E se quiser, pode incluir nessa contagem um pouco de chá ou suco natural.

 ORGÂNICOS: MAIS DO QUE MODA, UM CUIDADO ESPECIAL COM A SAÚDE
Cada vez mais presentes no mercado, os alimentos orgânicos são produzidos de um jeito bem especial: sem agrotóxicos, eles concentram mais nutrientes e muito mais sabor, além de serem cultivados com responsabilidade sócio-ambiental.
Os orgânicos fazem um bem enorme para a nossa saúde. E agora é a hora de lembrar que o Brasil está entre os campeões mundiais no uso de agrotóxicos, e o pior é que a maioria dessas substâncias pode causar desde pequenas alterações hormonais, até câncer.
Então, sempre que puder, coloque os orgânicos na sua lista de compras. Procure se informar se há feiras de produtos orgânicos perto da sua casa e procure-os nos mercados. Vale a pena investir um pouco mais de tempo (e de dinheiro) nessa procura; o resultado será mais vigor e equilíbrio para o seu corpo.

 BOM SENSO EM CADA GARFADA
Moderação é a chave do negócio! Afinal, ter uma alimentação mais natural não dá o direito de passar dos limites na quantidade. É importante ficar de olho nisso e procurar comer o suficiente para saciar a fome apenas. Excessos nunca fazem bem.
E por falar em moderação e bom senso, vale lembrar que ninguém precisa viver o resto da vida sem nunca mais colocar na boca nenhuma guloseima ou qualquer outro alimento que não seja lá muito saudável. O importante é não fazer disso uma regra, mas sim uma exceção, para momentos especiais como festas ou um final de semana especial, por exemplo.

 MAIS ATENÇÃO AOS SINAIS DO CORPO
Aquela queimaçãozinha no estômago depois de um almoço “pesado”, uma baita dor de cabeça depois de comer algo que “não caiu muito bem”, ou mesmo uma prisão de ventre que já dura dias... esses podem ser alguns dos sinais que o nosso corpo dá quando não aceita bem determinado alimento. Pode ser um pedido para parar de comê-lo (isso se não for algum outro problema de saúde que mereça tratamento com nutricionista ou médico). Mas o detalhe é que se ignorarmos estes sinais, pode ser que o organismo “desista” de manifestá-los. E quem paga por isso é a saúde porque fica maior o risco de problemas sérios como enxaqueca, úlcera, doenças dos ossos, obesidade etc.
Fique de olho nas reações do organismo ao comer cada alimento e, se necessário, evite aqueles que você percebe que, de alguma forma, não costumam “cair muito bem”.

 É HORA DE COMER!
Já conheceu alguém que vive na correria do trabalho o tempo todo e que chega até a esquecer de comer? Parece absurdo, mas infelizmente isso é cada vez mais comum. E o pior é que essas pessoas não fazem nem idéia de que estão colocando o organismo numa situação péssima de estresse e pode ser que logo, logo sua saúde comece a pedir socorro.
Ficar sem comer nada por muitas horas, além de estressar o corpo, pode fazer com que ele diminua o ritmo do metabolismo e acumule mais gordurinhas como garantia de reserva de energia. Comer a cada 3 horas é essencial.

Viu só como dá pra ser mais saudável sem grandes sacrifícios? Basta determinação e vontade de viver melhor. Esperamos que as dicas tenham te animado para começar a dar esses passos agora mesmo. Você fará um grande bem ao seu corpo e à sua saúde.

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quarta-feira, 3 de junho de 2015

Limpeza de pele.

Dica útil:

Quer um limpador eficiente para sua pele do rosto, natural e sem contra indicações, simples e barato?
Voilá... tchan tchan tchan tchan... Soro fisiológico!!
É isso mesmo. Veja bem: Se vc não usa maquiagem regularmente e só precisa limpar sua pele antes de aplicar o hidratante da noite, Pegue um algodão, embeba em soro fisiológico e passe suavemente sobre sua pele do rosto e pescoço. As impurezas vão sair no algodão, sua pele vai ficar mais lisa, além de ajudar no processo de prevenção de espinhas e na hidratação!!... Descoberta genial desta que vos fala!!!! Não uso maquiagem no dia a dia, e a única coisa que uso para limpar a pele do meu rosto é este santo soro... Fica a dica!!!

Os malefícios do consumo de álcool.

O consumo exagerado de álcool, em qualquer idade da vida, traz consequências graves ao corpo e mente do ser humano. Infelizmente o abuso de bebida alcoólica é um dos vícios mais comuns e pode acabar com a saúde, destruir famílias e por em risco a vida do usuário e de todas as pessoas ao seu redor. Para evitar o abuso, é importante conhecer as consequências do alcoolismo. Veja nossa lista e mantenha-se informado.
1. Acidentes de carro. O álcool altera a percepção da realidade e impede que o usuário tenha reflexos rápidos e coordenação, habilidades essenciais para quem dirige. Dessa forma, acidentes de carro são muitas vezes inevitáveis quando a pessoa está embriagada. Se beber, não dirija.
2. Agressão física. O álcool faz com que muitas pessoas percam a inibição e tornem-se corajosas e violentas. Estatísticas apontam que em cerca de 15 a 66% das agressões físicas graves e homicídios, tanto o agressor, a vítima ou ambos, tinham ingerido bebida alcoólica. Isso gera problemas de saúde como fraturas e traumas.
cirrose3. Cirrose hepática. O fígado metaboliza o álcool e quando exposto a doses altas sofre danos em seus tecidos, aumentando a taxa de aparição de cirrose. A cirrose pode ser uma condição fatal para o portador.
4. Gastrite e problemas gastrintestinais. O álcool irrita as mucosas do trato gastrintestinal e está associado a várias doenças desse aparelho, como gastrite, úlceras, varizes esofageanas e câncer de lábios, boca, faringe, laringe, esôfago e fígado.
5. Diabetes tipo 2. Também conhecida como diabetes mellitus tipo 2, a doença pode ser desencadeada pelo abuso de álcool. O álcool impede os efeitos benéficos da insulina e evita que o açúcar entre dentro da célula. Além disso, ele faz com que os níveis de gordura no sangue aumentem, assim como o apetite.
6. Doenças vasculares. Com o aumento de triglicérides (gordura) no sangue, aumenta-se também o risco de doenças vasculares, como acidente vascular cerebral, infarto de pequenos vasos, infarto do miocárdio e varizes.
fumo7. Abuso de outras substâncias. O álcool aumenta a suscetibilidade do consumo de outras drogas, como cigarro, maconha, cocaína, craque, ecstasy, etc. Essas drogas atrapalham a percepção e senso da realidade, causando distúrbios psíquicos que põem em risco a vida do paciente.
8. Problemas durante a gestação. O uso de álcool durante a gravidez traz diversas consequências para a mãe e a vida do bebê, como risco de aborto, aumento das chances de nascimento prematuro e mal formação fetal, que causa problemas na formação do rosto, crescimento, comportamento e até retardo mental na criança.
abuso álcool9. Síndrome de Wernicke-Korsakov. Essa síndrome é causada pela deficiência de vitamina B1. O uso excessivo de álcool causa problemas na absorção dessa vitamina e sua carência está associada a amnésia, problemas de memória e desorientação temporo-espacial.
10. Pancreatite. Essa inflamação no pâncreas pode ser letal e é causada pelo abuso de álcool. A ingestão de bebidas alcoólicas por tempo prolongado causa lesões no tecido do pâncreas que é substituído por tecido fibroso, atrofiando o órgão. Sem função, diversas funções metabólicas do pâncreas ficam prejudicas, podendo inclusive causar diabetes.
É importante combater o abuso do álcool e reduzir a mortalidade. Para isso, oriente e converse com seus amigos e alerte-os sobre os riscos.
E você concorda com essas dicas ou tem mais alguma para sugerir? Deixe seu comentário logo abaixo nesta página. Sua opinião é muito importante!

A fé no processo de cura.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Como Alimentos podem Curar Depressão e Câncer: Food Matters

Conheça os benefícios de uma alimentação sem carne


Hoje em dia a busca por fórmulas que garantam mais qualidade de vida em meio ao caos cotidiano está maior e, em consequência dessa procura, o número de adeptos às dietas vegetarianas está crescendo cada dia mais. Pelo menos é o que afirma os últimos dados publicados pelo Ibope - Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística, no qual mostra que 17,5 milhões de brasileiros, cerca de 9% da população não colocam carne no seu prato. É isso mesmo que você leu, esse não tão pequeno grupo não se alimenta de nenhum tipo de proteína animal.
Mas, será que é possível ter uma alimentação balanceada apenas à base de proteínas vegetais? De acordo com a nutricionista Flávia Morais, "Estudos mostram que uma dieta vegetariana diminui o risco de doenças cardiovasculares, diabetes e câncer, mas para isso, é necessário que a alimentação seja equilibrada e variada", aconselha. Portanto, para se ter um cardápio vegetariano saudável deve-se substituir a gordura saturada pela insaturada, tomar cuidado com o excesso de carboidratos refinado, doces e frituras, comer bastante fibra - encontrada nos grãos integrais e hortaliças, além de optar por alimentos ricos em antioxidantes, vitaminas e minerais, como as frutas e verduras.
Para aqueles que querem eliminar as carnes do cardápio, a nutricionista destaca a importância de se consumir a quantidade diária necessária de proteínas e aponta que elas podem ser facilmente encontradas na soja e derivados, quinua, amaranto, chia, leguminosas, cereais integrais, frutas oleaginosas e alimentos rico em ferro, cujos exemplos de fontes de origem vegetal são as folhas verde escuras, feijões e algas marinhas. "O corpo absorve menos o ferro encontrado em alimentos de origem vegetal, por isso a vitamina C ajuda a potencializar a absorção", completa Flávia.
Agora, se você já não é muito fã de carne, mas anda preocupada em continuar com a dieta vegetariana pois não sabe se ela também pode ser uma opção para gestantes ou crianças, a nutricionista lembra que nesses períodos as necessidades nutricionais aumentam, ou seja, a atenção deve ser redobrada e é necessário que a dieta seja acompanhada por profissional, para que se elabore o plano alimentar adequado, bem como, sejam indicados suplementos, caso necessário. O acompanhamento também se faz necessário quando o vegetariano pratica atividade física para evitar danos à sua saúde.
A nutricionista ainda ressalta que existem algumas variações na alimentação vegetariana, como os lactovegetarianos, que incluem no cardápio leite e derivados, os ovolactovegetarianos, que comem também ovos e os vegans, que excluem todos os alimentos de origem animal do cardápio. No entanto, segundo Flávia, os adeptos do veganismo precisam suplementar a alimentação com ferro, vitamina B12 - encontrada principalmente na carne - e o ômega 3. Ela ainda ressalta que, ao optar por essa dieta, o interessante é fazer exames de sangue rotineiramente a fim de identificar se há alguma deficiência nutricional ou mesmo a necessidade do uso de suplementos alimentares.
Por Paula Perdiz

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Uso excessivo de celular já altera o sono, alimentação e causa prejuízos à saúde física e mental.


O texto é longo, mas vale a reflexão. Um tema atualíssimo que muitas vezes provoca conflitos.

O prato de comida pode estar colorido à mesa e o estômago “roncando de fome”, mas ao menor sinal de uma mensagem, o garfo permanece em uma mão e, da outra, o dedo passa a tocar freneticamente sobre o teclado. O lençol pode estar cheiroso e o corpo relaxado ao colchão na iminência do cochilo, mas basta uma luz vinda da tela do aparelho que os reflexos fazem os olhos saltar sobre o telefone celular.
 
Frenesi, vício, mania, costume, o fato é que as novas tecnologias criaram legiões de usuários que não conseguem se desligar dos aparelhos enquanto se alimentam, estudam ou deitam para o necessário descanso. Mas, além da modificação de hábitos e rotina, os aplicativos de telefone celular criaram a necessidade de que cada um observe se a tecnologia escravizou ou apenas refez costumes. Além disso, é preciso verificar se a relação “íntima” com os aplicativos, sobretudo os de mensagens e jogos, não está prejudicando a produtividade no trabalho, a aprendizagem ou a qualidade do sono.
 
Para Denise de Cássia Moreira Zornoff, coordenadora do Núcleo de Educação a Distância e Tecnologias da Informação em Saúde da Faculdade de Medicina da Unesp-Botucatu, o uso dos aplicativos da telefonia celular está associado a riscos e ameaças inerentes a toda incorporação de novas tecnologias na vida cotidiana. 
 
“Os celulares são bonitos, práticos e úteis, mas, aliado à sua onipresença, estão associados a novos riscos e ameaças. Apesar disso, a chegada dos aparelhos telefônicos móveis inegavelmente nos trouxe muitas vantagens, incluindo as conveniências trazidas por sua portabilidade, mobilidade, menores custos de telefonia, associação com recursos inteligentes, entre outros”, contrapõe.
 
Antes de falar dos “problemas”, Denise prefere elencar a série de vantagens da máquina portátil. “Na área da saúde, o número de estudos científicos cresce ano a ano salientando seus benefícios na educação ao profissional e aos pacientes, para recordar datas de consultas ou a necessidade de ingestão de algum medicamento, e também como veículo para instalação de diversos aplicativos e sensores que podem ser usados em pesquisas e no diagnóstico e tratamento de diversas doenças”, elenca Denise.
 
No entanto, também é crescente o número de análises dos riscos diretos e indiretos causados pelo uso de telefones celulares e outros equipamentos eletrônicos com Internet móvel.
 
“Inicialmente, a principal área de atenção foi sua associação com o surgimento de tumores cerebrais e outras doenças secundárias à exposição à radiação de radiofrequência. Neste sentido, recomenda-se cautela no uso contínuo do equipamento, especialmente entre crianças e adolescentes”, adverte Zornoff.
 
A pesquisadora ressalta, por outro viés, que outras associações estão sendo estudadas em relação ao uso dos celulares, seja em razão da redução no preço dos aparelhos em compasso com a compra em massa, seja em seu poder de entretenimento e simbologia de status.
 
“Por conta disso, podemos ter a sensação de que, em alguns casos, o uso destes aparelhos parece estar sendo excessivo, ou inseguro, ou até mesmo abusivo”, pondera. 
 
Quando é perigoso? 
 
Para Denise Zornoff, a identificação de alerta sobre o uso abusivo, ou prejudicial, dos aparelhos e seus aplicativos leva em conta o equilíbrio. “Sim, o bom senso é o referencial para saber quando o uso desses recursos ultrapassou o limite de segurança e se há necessidade de procurar por ajuda psicológica ou psiquiátrica”, opina. 
 
Para crianças, a pesquisadora da Unesp-Botucatu sugere monitoramento pelos pais contra o uso excessivo até a adolescência. Intervenção que, segundo ela, tem de vir acompanhada de esclarecimento dos riscos com a promoção de controle.
 
Mas, no caso de jovens e adultos, o uso compulsivo pode ser um sinal de problemas de maior gravidade. Neste caso, Denise dá algumas recomendações. 
 
“Preste atenção às situações e emoções que fazem você usar seu telefone com frequência. É o tédio? Solidão? Ansiedade? Talvez outra coisa possa acalmá-lo. Seja forte quando o seu telefone toca ou vibra. Nem sempre você precisa ou pode responder. Na verdade, você pode evitar esta tentação desligando os sinais de alerta quando possível”, orienta.
 
Outra postura necessária é readaptar rotinas com o uso do aparelho. “Seja disciplinado em não usar o dispositivo em certas situações, como quando você está com crianças, dirigindo, ou em uma reunião. Ou em determinadas horas, por exemplo das 21h às 7h preservar o bom sono”, acrescenta. 
 
Mas, afinal, quando é a hora de procurar por ajuda especializada? “Sempre que o comportamento sem controle resultar em sofrimento ou risco importante ao usuário ou às pessoas ao seu redor”, sintetiza Denise.
 
Escola deve combinar uso com regras definidas
 
“A escola não deve ignorar o uso das novas tecnologias nos processos de ensino, de aprendizagem e de descoberta do conhecimento. A questão não é o aplicativo em si, a ferramenta tecnológica, mas a forma como isso está sendo usado, dentro e fora da escola. Há escolas que usam lousas digitais, tablets como cadernos, ou seja, se apropriam das tecnologias como suporte do projeto pedagógico e não como fim. Neste caso é interessante.” 
 
A posição é de Flávia Asbahr, doutora em psicologia escolar pela Universidade Estadual Paulista (Unesp-Bauru). De um lado, ela observa que as crianças precisam aprender a usar essas tecnologias e as escolas precisam falar disso. De outro lado, “o que não pode é esse uso virar vício e os pais ficarem passivos com os filhos com o celular até durante o banho, ou enquanto se alimenta. Cabe à família e à escola desenvolverem ações para educar para o uso das tecnologias.”
 
Assim, escolas e os pais precisam estabelecer disciplina e limites. “Tem de proibir o celular dentro da sala de aula ou durante as atividades, a não ser que seja para uma atividade específica, como tirar fotos. Mas tem de proibir o telefone celular na sala de aula. No Estado de São Paulo já há lei que proíbe o uso de celular na sala de aula”, observa Flávia.
 
O ponto de partida na família, adverte a doutora, é o comportamento dos pais: “Os pais também precisam se adequar, porque são modelos para seus filhos. Eu vou a restaurantes com minha família e vejo pai ou mãe comendo e teclando no celular na frente do filho. Essa criança vai reproduzir esse comportamento”.
 
Apesar dos inegáveis benefícios ligados às tecologias, a docente em psicologia pondera para a subtração do diálogo induzido pelo uso excessivo do aparelho. “Os prejuízos desses vícios não são só os decorrentes do uso inadequado dos aplicativos, dos aparelhos, mas de um modelo de educação e formação dos filhos que exclui o diálogo, o olho no olho na hora da refeição ou durante uma conversa”, reforça.
Empresas criam ‘comunicódromos’
É crescente entre empresas o estabelecimento de política de segurança de informação com regras específicas para o uso do telefone celular durante o expediente e igualmente comum a gestão de pessoal definir área específica para o acesso ao aparelho pelos colaboradores. Na prática, a conhecida restrição aos fumantes criou, em alguns ambientes, o cantinho dos aficcionados pela comunicação móvel através dos aplicativos. Mas o “comunicódromo” nos ambientes de trabalho vem precedido de horários específicos e tem virado postura empresarial quando, sobretudo, os riscos à segurança ou ao sistema de produção estão presentes.
 
Consultora e especialista em gestão de pessoal, Alexandra Fabri conta que os empresários estão atentos ao “fenômeno”. “Nos encontros com os empresários essa questão sempre surge: a preocupação em como estabelecer regras de uso sem gerar reação negativa entre os funcionários. A orientação essencial é que regras devem ser estabelecidas para vários processos de trabalho e produção, mas com equilíbrio”, diz.
 
Fabri posiciona que quando há risco, a regra é fundamental. “Nas atividades onde é perigoso o uso de qualquer outro elemento que interfira na concentração e no resultado do processo de trabalho, a proibição deve ser adotada até para preservar o trabalhador. Em indústrias, linhas de produção contínuas, trabalho com cozinha, posto de gasolina, esses casos são mais evidentes. É questão de segurança”, fala.  
 
A consultora se vale da comentada avaliação vinda das pesquisas em medicina de que o cérebro humano não consegue se concentrar em mais de uma ação ao mesmo tempo. “O cérebro não foi projetado para várias atividades ao mesmo tempo, o que gera stress cerebral e perda na qualidade do que está sendo realizado. Onde a concentração e o foco são essenciais, o celular não combina”, reforça.
 
Sem escravizar
 
Alexandra Fabri orienta a análise da postura de comunicação interna de acordo com o tipo de atividade. “A regra não pode nem silenciar o funcionário e nem gerar riscos. É evidente que, para quem usa o aparelho para enviar e receber comunicação o tempo todo, o uso é irrestrito. A regra depende do ramo e do tipo de atividade”, pondera.
 
Mas existem caminhos sendo seguidos. Em uma empresa com linha de montagem na área de móveis, por exemplo, os funcionários deixam os aparelhos em armários pessoais logo na entrada do expediente. Mas o acesso é permitido em intervalos e durante o horário de almoço.
 
A norma, porém, exigiu que o empregador também adotasse uma central para recados durante todo o expediente, para o recebimento e repasse imediato de casos que envolvam urgência. “Um profissional foi destacado para receber recados. Os pais que têm filhos ficariam preocupados sem qualquer possibilidade de comunicação durante a jornada.”
 

‘Eu não desgrudo do meu celular’
Kelli Pires, 26 anos, utiliza o aparelho celular e seus aplicativos o dia todo para realizar contatos pro fissionais. Para facilitar o cumprimento das obrigações, todos os meios são acessados. A questão é que, ao chegar em casa, ela não desgruda do aparelho.
 
“Eu uso o dia todo e tanto que a recarga da bateria sempre é necessária. Mas no trabalho o acesso é bem mais facilitado com os fornecedores. O problema é que quando estou em hora de almoço, na academia, ou até antes de dormir, eu também não deixo de utilizar”, conta.
 
Durante a entrevista, por sinal, os apitos sonoros de mensagens em Watsapp e outros aplicativos desviaram a atenção de Kelli várias vezes. Ela não consegue se conter. “Para dormir ele fica ao lado do travesseiro e ligado. Se apita durante o sono, eu acordo e depois volto a dormir”, conta. Ela admite que essa “mania” pode ter ligação com a sensação de “noite mal dormida”.
 
Para André Duarte, amigo de Kelli, ela precisa de ajuda, com o ingrediente adicional de que “é bastante ansiosa e isso a prejudica ainda mais”.
 
Sobre a forma dele usar, André conta: “Quando eu vi que estava começando a pirar, eu reverti a situação. Quando vou dormir, desligo o celular sem o menor problema. Quando estou com amigos, deixo o aparelho apitando e piscando, e penso que ‘ninguém vai morrer se eu não responder agora’. Tenho amigos viciados, e o pior é que não aceitam e isso virou paranoia”, reclama. 
 
Eloísa Andrade, 21 anos, considera que o uso irrestrito é mais comum entre jovens. “Eu acesso mesmo comendo e admito que comeria melhor se não usasse o aparelho. Já para dormir, eu vejo até o momento em que estou acordada. Depois não vejo mais, porque se eu acordar não vou conseguir mais dormir.”
 
Tanto Eloísa quanto Kelli confessam uma questão: ficam irritadas quando estão conversando com alguém e o interlocutor fica distraído com o celular. Mas ambas são “vítimas” e multiplicadoras do mesmo hábito.   
 

Vegetarianismo contra a fome no mundo

Café da manhã saudável e de baixa caloria, dicas do Jornal Hoje

Olá amigos!!!!!

Me perdoem por eu ter ficado tanto tempo sem postar nada!!!
Mas agora vamos compensar o tempo perdido, postando muita coisa interessante, sobre novas posturas de vida, alimentação natural e outras coisinhas mais... Vou até falar um pouquinho sobre a reeducação do pensamento, para a renovação de hábitos alimentares.
Vai ficar show!!! Bjs e aguardem em... 3...2...1!!!